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Author Topic: Fr. Cardozo open letter to SSPX priests and faithful  (Read 8157 times)

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Fr. Cardozo open letter to SSPX priests and faithful
« Reply #10 on: May 15, 2012, 11:00:36 AM »
Homily of Father Cardozo at  Santa Cruz Monastery, Nova Friburgo, Brazil.

Anyone could translate it?
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Queridos irmãos, queridos fiéis:

Saí de Deus e vim ao mundo. Sair de Deus. Nosso Senhor está claramente mostrando a sua divindade. Sair de Deus e não ser Deus é impossível. Cristo é Deus. Cristo, o Filho de Deus, consubstancial ao Pai. E veio ao mundo, veio ao mundo para quê? Para cuмprir o plano de redenção. Para mostrar-nos, para revelar-nos a doutrina de Deus. É por isso que a nossa santa religião é do Céu. É por isso que a nossa santa religião não é invenção humana. É por isso que ela é divina. É por isso que se não aceitarmos a nossa santa religião não alcançaremos a salvação. E é por isso que, para salvar a divindade de Cristo, para salvar a sua santa religião, é que nós devemos defender esta santa religião.

Quando na catequese, por vezes se diz às crianças - para ter uma idéia do que é Deus –, imaginem vocês que nós não podemos estar a olhar para o sol por muito tempo, não conseguimos olhar para o sol por muito tempo. E o sol, essa magnífica estrela, é uma das tantas, das tantas, que Deus criou. E se, por alguma situação pudéssemos, nós pequeninos, chegar mais perto do sol, e olhar dentro do sol, imagine esta coisa. O que seria? Fantástico! Magnífico! Ver esta massa incandescente de calor, de luz! E quando você fala essas coisas para as crianças do catecismo, as crianças abrem, abrem os olhos e consideram e pensam: que coisa grande seria chegar perto do sol! E olhar o sol de perto. Poder olhar o sol, poder olhar as entranhas mesma do sol.

Bom, se isso nos admira, como será olhar o mesmo Deus que criou o sol? O que será chegar tão perto de Deus que possamos olhar para Deus? Por isso, queridos fiéis, meditar sobre a divindade de Cristo é fantástico. É maravilhoso. E Monsenhor Lefebvre tem uma frase que me impactou muito. Monsenhor Lefebvre diz “que coisa é mais oposta à divindade de Cristo que um ato ecuмênico?” Certo! Aquela gente que faz um ato ecuмênico é por que não acredita na divindade de Cristo, não acredita. Cristo é [para eles] igual a um Buda, um Maomé, e assim por diante... e isso choca, não pode ser.

Quando alguém tem claro, quem é Cristo, a divindade de Cristo e que Cristo veio para revelar a Sua verdade, Sua doutrina. É que não encontro uma maneira de combinar essa situação. E coloco o exemplo do ecuмenismo, porque é um exemplo que tivemos há pouco tempo, em meados de outubro houve outro encontro ecuмênico em Roma e mais uma vez repetiram-se as blasfêmias contra a divindade de Cristo.

Hoje se completam 95 anos da primeira aparição de Nossa Senhora em Fátima. E por que a Santíssima Virgem em Fátima, disse à Irmã Lúcia, quando depois conta o segredo de Fátima em 13 de julho e, depois a Virgem faz uma aparição à Irmã Lúcia em Pontevedra, e lhe disse que o Papa tem que revelar o segredo em 1960? O mais tardar em 1960. Por que essa data de 1960? Por que não 1955 ou 70? Finalmente, todos os especialistas em Fátima concordam que o ano de 1960 foi o ano em que o Papa João XXIII anunciou a abertura do Concílio Vaticano II. E aí começa o grande desastre. Aí começa toda esta situação de crise na Igreja. Esta situação que leva uma dupla de bispos grandes como leões, valentes como leões - Mons. Lefebvre e Mons. de Castro Mayer -, a querer combater pela verdade, defender a verdade católica contra todo o turbilhão modernista, que a partir deste Concílio especialmente, se faz dono da Igreja, invade a Igreja de Cristo e perturba a Igreja de Cristo. Assim começa o combate pela Tradição.

Assim, chegamos aos dias de hoje, onde lamentavelmente lemos a carta do Superior Geral da Fraternidade São Pio X em resposta à carta que os três outros bispos - Mons. de Galarreta, Mons. Williamson e Mons. Tissier - escreveram para ele alertando sobre os riscos gravíssimos que está para colocar a congregação.
Se vocês lessem esta carta, iriam saber que ela tem uma semelhança terrível com a carta que Dom Gerard escreve ao Monsenhor Lefebvre defendendo o acordo que faz com Roma. Ela tem uma semelhança terrível com a carta do padre Rifan em sua época escreve defendendo suas relações com Roma. E o mesmo acontece com o padre Muñoz, Oasis, etc.

Essa carta de Mons. Fellay necessariamente nos põe na mesma circunstância em que se pôs este convento, em seu momento, de enfrentar-se este convento com o Barroux. Assim que o mesmo Mons. Fellay disse que, sim, já há uma divisão, a divisão já está feita.

Dom Tomás trouxe a mim uma carta. Eu não conhecia esta carta. Pareceu-me magnífica e muito a propósito do tempo em que vivemos.
Esta carta foi escrita por Mons. Lefebvre a Dom Tomás em 18 de agosto de 1978. E mudem [o nome] Dom Gerard e coloquem [o de] Dom Fellay e vai ser a mesma coisa.

Nesta parte Monsenhor Lefebvre diz:

“Dom Gerard, nas suas declarações, coloca o que lhe foi concedido e aceita pôr-se debaixo da obediência da Roma modernista que permanece fundamentalmente anti-tradicional, o que motivou o meu afastamento. Ele queria ao mesmo tempo guardar a amizade e o apoio dos tradicionalistas, o que é inconcebível. Ele nos acusa de “resistencialismo”. Eu bem o avisei, mas sua ação já havia sido tomada havia muito tempo e ele não quis mais escutar conselhos. As conseqüências agora são inevitáveis: mas não teremos mais nenhuma relação com Barroux e avisamos a todos os nossos fiéis para que não ajudassem mais a uma obra que a partir de agora está nas mãos de nossos inimigos, dos inimigos de nosso Senhor e de Seu Reino Universal. As irmãs beneditinas estão angustiadas. Elas vieram e eu as aconselhei o que lhes aconselho igualmente: - e isto eu sublinho - guardar”.
Em outras palavras, Monsenhor Lefebvre aconselha a Dom Tomás, (ouçamos este conselho, porque é para todos nós) «guardar sua liberdade e recusar todos os laços com esta Roma modernista».

Isto é o que devemos fazer, queridos fiéis. Que a Santíssima Virgem de Fátima nos dê a fidelidade à Santa Igreja Católica, a fidelidade ao combate pela santa Tradição, fidelidade para que possamos guardar a fé e alcançar a salvação de nossas almas. Ave Maria Puríssima.

Fr. Cardozo open letter to SSPX priests and faithful
« Reply #11 on: May 15, 2012, 11:07:51 AM »
Quote from: Guga
Homily of Father Cardozo at  Santa Cruz Monastery, Nova Friburgo, Brazil.

Anyone could translate it?

Source: http://www.spessantotomas.com/2012/05/transcricao-do-sermao-do-padre-ernesto.html
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Queridos irmãos, queridos fiéis:

Saí de Deus e vim ao mundo. Sair de Deus. Nosso Senhor está claramente mostrando a sua divindade. Sair de Deus e não ser Deus é impossível. Cristo é Deus. Cristo, o Filho de Deus, consubstancial ao Pai. E veio ao mundo, veio ao mundo para quê? Para cuмprir o plano de redenção. Para mostrar-nos, para revelar-nos a doutrina de Deus. É por isso que a nossa santa religião é do Céu. É por isso que a nossa santa religião não é invenção humana. É por isso que ela é divina. É por isso que se não aceitarmos a nossa santa religião não alcançaremos a salvação. E é por isso que, para salvar a divindade de Cristo, para salvar a sua santa religião, é que nós devemos defender esta santa religião.

Quando na catequese, por vezes se diz às crianças - para ter uma idéia do que é Deus –, imaginem vocês que nós não podemos estar a olhar para o sol por muito tempo, não conseguimos olhar para o sol por muito tempo. E o sol, essa magnífica estrela, é uma das tantas, das tantas, que Deus criou. E se, por alguma situação pudéssemos, nós pequeninos, chegar mais perto do sol, e olhar dentro do sol, imagine esta coisa. O que seria? Fantástico! Magnífico! Ver esta massa incandescente de calor, de luz! E quando você fala essas coisas para as crianças do catecismo, as crianças abrem, abrem os olhos e consideram e pensam: que coisa grande seria chegar perto do sol! E olhar o sol de perto. Poder olhar o sol, poder olhar as entranhas mesma do sol.

Bom, se isso nos admira, como será olhar o mesmo Deus que criou o sol? O que será chegar tão perto de Deus que possamos olhar para Deus? Por isso, queridos fiéis, meditar sobre a divindade de Cristo é fantástico. É maravilhoso. E Monsenhor Lefebvre tem uma frase que me impactou muito. Monsenhor Lefebvre diz “que coisa é mais oposta à divindade de Cristo que um ato ecuмênico?” Certo! Aquela gente que faz um ato ecuмênico é por que não acredita na divindade de Cristo, não acredita. Cristo é [para eles] igual a um Buda, um Maomé, e assim por diante... e isso choca, não pode ser.

Quando alguém tem claro, quem é Cristo, a divindade de Cristo e que Cristo veio para revelar a Sua verdade, Sua doutrina. É que não encontro uma maneira de combinar essa situação. E coloco o exemplo do ecuмenismo, porque é um exemplo que tivemos há pouco tempo, em meados de outubro houve outro encontro ecuмênico em Roma e mais uma vez repetiram-se as blasfêmias contra a divindade de Cristo.

Hoje se completam 95 anos da primeira aparição de Nossa Senhora em Fátima. E por que a Santíssima Virgem em Fátima, disse à Irmã Lúcia, quando depois conta o segredo de Fátima em 13 de julho e, depois a Virgem faz uma aparição à Irmã Lúcia em Pontevedra, e lhe disse que o Papa tem que revelar o segredo em 1960? O mais tardar em 1960. Por que essa data de 1960? Por que não 1955 ou 70? Finalmente, todos os especialistas em Fátima concordam que o ano de 1960 foi o ano em que o Papa João XXIII anunciou a abertura do Concílio Vaticano II. E aí começa o grande desastre. Aí começa toda esta situação de crise na Igreja. Esta situação que leva uma dupla de bispos grandes como leões, valentes como leões - Mons. Lefebvre e Mons. de Castro Mayer -, a querer combater pela verdade, defender a verdade católica contra todo o turbilhão modernista, que a partir deste Concílio especialmente, se faz dono da Igreja, invade a Igreja de Cristo e perturba a Igreja de Cristo. Assim começa o combate pela Tradição.

Assim, chegamos aos dias de hoje, onde lamentavelmente lemos a carta do Superior Geral da Fraternidade São Pio X em resposta à carta que os três outros bispos - Mons. de Galarreta, Mons. Williamson e Mons. Tissier - escreveram para ele alertando sobre os riscos gravíssimos que está para colocar a congregação.
Se vocês lessem esta carta, iriam saber que ela tem uma semelhança terrível com a carta que Dom Gerard escreve ao Monsenhor Lefebvre defendendo o acordo que faz com Roma. Ela tem uma semelhança terrível com a carta do padre Rifan em sua época escreve defendendo suas relações com Roma. E o mesmo acontece com o padre Muñoz, Oasis, etc.

Essa carta de Mons. Fellay necessariamente nos põe na mesma circunstância em que se pôs este convento, em seu momento, de enfrentar-se este convento com o Barroux. Assim que o mesmo Mons. Fellay disse que, sim, já há uma divisão, a divisão já está feita.

Dom Tomás trouxe a mim uma carta. Eu não conhecia esta carta. Pareceu-me magnífica e muito a propósito do tempo em que vivemos.
Esta carta foi escrita por Mons. Lefebvre a Dom Tomás em 18 de agosto de 1978. E mudem [o nome] Dom Gerard e coloquem [o de] Dom Fellay e vai ser a mesma coisa.

Nesta parte Monsenhor Lefebvre diz:

“Dom Gerard, nas suas declarações, coloca o que lhe foi concedido e aceita pôr-se debaixo da obediência da Roma modernista que permanece fundamentalmente anti-tradicional, o que motivou o meu afastamento. Ele queria ao mesmo tempo guardar a amizade e o apoio dos tradicionalistas, o que é inconcebível. Ele nos acusa de “resistencialismo”. Eu bem o avisei, mas sua ação já havia sido tomada havia muito tempo e ele não quis mais escutar conselhos. As conseqüências agora são inevitáveis: mas não teremos mais nenhuma relação com Barroux e avisamos a todos os nossos fiéis para que não ajudassem mais a uma obra que a partir de agora está nas mãos de nossos inimigos, dos inimigos de nosso Senhor e de Seu Reino Universal. As irmãs beneditinas estão angustiadas. Elas vieram e eu as aconselhei o que lhes aconselho igualmente: - e isto eu sublinho - guardar”.
Em outras palavras, Monsenhor Lefebvre aconselha a Dom Tomás, (ouçamos este conselho, porque é para todos nós) «guardar sua liberdade e recusar todos os laços com esta Roma modernista».

Isto é o que devemos fazer, queridos fiéis. Que a Santíssima Virgem de Fátima nos dê a fidelidade à Santa Igreja Católica, a fidelidade ao combate pela santa Tradição, fidelidade para que possamos guardar a fé e alcançar a salvação de nossas almas. Ave Maria Puríssima.


Fr. Cardozo open letter to SSPX priests and faithful
« Reply #12 on: May 18, 2012, 03:50:35 PM »
Quote from: MaterDominici
Quote from: Seraphim
Is Fr. Cordozo an SSPX priest?


He was an SSPX priest. He has been suspended. There is mention of it in another thread here somewhere.


This is really depressing.  Am I correct to understandthat the suspension happened almost immediately without an investigation?


Offline Jim

Fr. Cardozo open letter to SSPX priests and faithful
« Reply #13 on: May 18, 2012, 04:15:12 PM »
I may give a very very rough translation tomorrow.

Fr. Cardozo open letter to SSPX priests and faithful
« Reply #14 on: May 18, 2012, 08:57:34 PM »
Quote from: Elizabeth
Quote from: MaterDominici
Quote from: Seraphim
Is Fr. Cordozo an SSPX priest?


He was an SSPX priest. He has been suspended. There is mention of it in another thread here somewhere.


This is really depressing.  Am I correct to understandthat the suspension happened almost immediately without an investigation?



Just got the information that he was not suspended yet mostly because he is a thorn in Bishop Fellay's side since he is well liked by many worldwilde.

It seems he will pass a good period of time at the Benedictine Monastery http://www.sspxasia.com/Docuмents/Society_of_Saint_Pius_X/Vocations/Mens-Communities/Chap-1-Benedictine-Monks-(Brazil).htm