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Author Topic: Dom Marcel Lefebvre - Algumas reflexões sobre Dom Marcel Lefebvre e a atual cris  (Read 1835 times)

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Heróis da Tradição. 
Três heróis da tradição. Em tempos de crise na Igreja, três nomes se ergueram como colunas da fé verdadeira. São Pio X (o Martelo do Modernismo), Dom Marcel Lefebvre (o Bispo de Ferro) e Dom Antônio de Castro Mayer (o Leão de Campos).  Cada um, em seu tempo e lugar, lutou com coragem para manter viva a Tradição Católica. A Missa de sempre. A doutrina imutável. A fé dos apóstolos. Foram perseguidos, ignorados, combatidos. Mas não cederam. Preferiram obedecer a Deus do que aos homens. São três gigantes da fé.

Chamado de Bispo de Ferro não por dureza, mas por fidelidade inabalável à Fé Católica. Missionário. Arcebispo. Fundador da Fraternidade São Pio X. Um farol no meio da tempestade modernista. Recusou-se a trair a Tradição, mesmo quando ficou sozinho. Com coragem, defendeu a Missa de sempre. Foi perseguido pelos homens, mas decidiu se manter fiel e defender a fé de sempre. 

*

Campeão da Doutrina de Cristo Rei!


Dom Marcel Lefebvre chamava o liberalismo de um erro gravíssimo. Defendeu com firmeza o Reinado Social de Nosso Senhor Jesus Cristo. Afirmava que foi o auge da impiedade quando o Concílio Vaticano II adotou o princípio do laicismo do Estado, que leva à triste consequência do indiferentismo religioso e do ateísmo. O Vaticano II assumiu, portanto, a ideia de que o Estado não deve reconhecer o verdadeiro Deus — exatamente o que desejavam os maçons, ao buscar a laicização dos antigos Estados católicos.
A liberdade de cultos foi condenada pelos papas. Como disse Leão XIII: “Sob o nome sedutor de liberdade de culto, proclama-se a apostasia legal da sociedade.”

Em nome da liberdade religiosa do Vaticano II, os Estados que ainda eram católicos foram laicizados, e foi apagado de suas constituições o princípio que proclamava a submissão do Estado a Deus.

O Concílio Vaticano II contrariou os papas do século XIX, que condenaram a liberdade religiosa. Dom Lefebvre não aceitou essa apostasia e continuou o combate dos papas antiliberais.
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Grande Bispo!

Dom Marcel Lefebvre foi um verdadeiro defensor da fé católica em tempos de confusão.

Superior Geral da Congregação do Espírito Santo e fundador da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, ele dedicou sua vida à formação de sacerdotes fiéis à Tradição da Igreja.

Conhecer sua história é compreender o drama vivido pela Igreja após o Concílio Vaticano II.

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Dois 
bispos que marcaram a história! 

Dom Marcel Lefebvre, lúcido e firme, não podia em sã consciência colaborar com os destruidores da Igreja. cuмprindo o dever de confirmar os fiéis na fé, levantou-se com coragem. A seu lado uniu-se Dom Antônio de Castro Mayer, igualmente fiel, para defender a Verdade e alertar as almas.

A apostasia da maioria pôs em destaque a fidelidade heróica desses dois gigantes da Tradição, que não dobraram o joelho diante do culto do homem.

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P
osição sólida e fiel à fé de sempre. Herói da fé que nos mostraram um caminho seguro, longe da esfinge conciliar que tenta nos engolir e levar à apostasia.

Não podemos abandonar a posição de Dom Marcel Lefebvre. Seguimos na mesma luta pela Tradição, enfrentando os mesmos inimigos e a mesma crise que ele enfrentou. Rezamos pelos dissidentes, que se colocam em caminhos perigosos, muitas vezes mortais para a fé, sendo engolidos pela esfinge conciliar.

Não buscamos novos discursos, direções ou maneiras de falar. O caminho mais seguro nesta crise é aquele apontado por Dom Marcel Lefebvre e Dom Antônio de Castro Mayer, até que ela se resolva. Não nos deixemos cansar pelo tempo, permaneçamos firmes na posição, fixos na Tradição Católica.

*

Grande defensor do reinado social de Nosso Senhor Jesus Cristo e do legado dos papas antiliberais.

O cerne da batalha de Dom Marcel Lefebvre era Cristo Rei. A doutrina de Cristo Rei deve estar no centro da nossa luta, pois essa era a causa defendida pelos papas antiliberais e que Dom Marcel continuou a sustentar. Cristo Rei é o coração do movimento tradicionalista, e nossa luta não se limita à missa: é pela restauração de todas as coisas em Cristo.


A tradição que defendemos hoje é a mesma que guiou todos os grandes papas antes do Vaticano II. São Pio X quis restaurar tudo em Cristo, Pio XI denunciou que os males do mundo decorrem do afastamento de Jesus Cristo da vida pública e privada, e todos afirmaram que o caminho para a verdadeira paz é o Reino de Cristo. Tornar o mundo novamente católico seria a solução para os problemas do mundo moderno, e é exatamente essa batalha que continuamos.

A Revolução Francesa desprezou Nosso Senhor, e hoje, mais do que nunca, seguimos defendendo a Igreja Católica e o reinado social de Cristo. No Vaticano II, grande parte da hierarquia oficial deixou de lutar pela realeza de Cristo, mas Dom Lefebvre manteve-se fiel à mesma linha dos papas anteriores, sendo um defensor incansável da fé e da tradição.

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A verdade 
não pode mudar para agradar ao mundo.

Paulo VI reconheceu que a Igreja se destruía a si mesma, e, no entanto, seguiu em frente. O mal do Concílio vai mostrando cada vez mais o seu rosto. A quase totalidade dos bispos pregou as novas orientações conciliares e acatou todas as reformas promovidas pelo magistério conciliar: litúrgica, disciplinar etc. Reformaram a liturgia, o direito, as instituições e o catecismo de acordo com essa doutrina. Se algum católico se mostrou remisso em submeter-se ao Concílio, as autoridades não descansaram até vê-lo aceitar.

Nesse contexto, aqueles que promoviam a unidade tentaram declarar anátema à Tradição e àqueles que a defendiam, como Dom Marcel Lefebvre e Dom Antônio de Castro Mayer. Impossível, pois a Tradição não pode ser abandonada.

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Defensores da fé. 

Pelo mundo afora, sobretudo na França, diversos padres se recusaram a aceitar a nova missa. Entre eles, também dois grandes bispos: Mons. Marcel Lefebvre, francês, e Dom Antônio de Castro Mayer, brasileiro.


A Missa é, acima de tudo, o Sacrifício de Nosso Senhor Jesus Cristo. No entanto, na introdução ao Novus Ordo (missa nova), a definição de Missa em seu item nº 7 já não menciona o Sacrifício, eliminando aquilo que é essencial à Missa Católica. Transformaram-na em uma simples reunião de fiéis conduzida por um “presidente”.

A nova missa foi elaborada para agradar os protestantes e contou até com a colaboração deles.

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Dom Lefebvre e Dom Mayer.

No mundo inteiro, apesar de tantos bispos, apenas dois se levantaram para dar testemunho da verdade. Dom Lefebvre e Dom Mayer compreenderam que a obediência jamais pode ser colocada acima da defesa da Fé, sobretudo diante de uma crise tão grave.

Esses pastores permaneceram firmes e nos deixaram o exemplo de coragem que atravessa gerações.

*

Dom Marcel Lefebvre foi um bispo que lutou até o fim pela Realeza Social de Nosso Senhor Jesus Cristo. Ele declarou ser impossível conciliar os ensinamentos do Magistério que condenam o liberalismo com a Declaração sobre a Liberdade Religiosa.

Seguindo o seu exemplo, não devemos abandonar o combate pela Realeza de Cristo. Com coragem, levantou sua voz para transmitir fielmente o que recebeu da Tradição.

*

Dom Marcel Lefebvre e Dom Antônio de Castro Mayer foram gigantes da fé e verdadeiros heróis da Igreja.

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Fidelidade à Tradição!

“Quod semper, quod ubique, quod ab omnibus.” Assim deve crer o verdadeiro católico: tudo aquilo que foi crido sempre, em todos os lugares e por todos.

Dom Marcel Lefebvre foi um exemplo luminoso dessa fidelidade. Defensor da fé antiga e universal, permaneceu inabalável diante das novidades e erros modernos, mantendo-se firme naquilo que a Igreja sempre ensinou.

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Dom Lefebvre e São Pio X: guardiões da verdade.

Dom Lefebvre e São Pio X foram dois gigantes na defesa da fé.

Um combateu o modernismo em sua raiz. O outro manteve viva a Tradição quando quase todos a abandonavam.

São Pio X desmascarou os erros modernistas na encíclica Pascendi Dominici Gregis e exigiu o Juramento Antimodernista para todos os clérigos.

Décadas depois, Dom Lefebvre seguiu o mesmo espírito: formou sacerdotes católicos fiéis, combateu o liberalismo infiltrado na Igreja e preservou a doutrina de sempre — repetindo os ensinamentos papais e rejeitando as novidades perigosas do Concílio Vaticano II.

Ambos entenderam que, para manter a fé, é preciso vigilância, estudo e firmeza. Por isso incentivaram o conhecimento do Catecismo Romano e das grandes encíclicas que condenam o falso ecuмenismo e os princípios revolucionários.

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Sem doutrina clara, almas se perdem.

A maior caridade que podemos fazer pelas almas é dar-lhes a Verdade.

E a verdade é que, sem formação doutrinária sólida, os católicos se tornam presas fáceis dos erros modernos.

A crise na Igreja foi um golpe profundo. Satanás agiu com astúcia, espalhando confusão sob a máscara da obediência.

É por isso que insistimos:
Estude o seu catecismo, leia os grandes autores da Tradição, forme sua alma com clareza.
Só assim você resistirá aos ventos da apostasia.

E como pediu Nossa Senhora em Fátima:
Reze o Santo Rosário todos os dias.

*
 


Onde muitos recuaram, ele permaneceu firme.

Dom Marcel Lefebvre não buscou agradar o mundo, mas manter-se fiel a Deus e à Santa Igreja. Sua coragem inspira leigos, religiosos e sacerdotes até hoje.

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São Pio X, Dom Marcel Lefebvre e Dom Antônio de Castro Mayer marcaram a história da Igreja pela defesa inabalável da doutrina católica.

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Um bispo fiel quando tantos se calaram. 

Dom Marcel Lefebvre é um marco na história recente da Igreja. Enquanto muitos silenciaram diante dos erros, ele permaneceu firme na defesa da Tradição.

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Os que melhor resistiram à autodemolição da Igreja. 

A situação da Igreja é tal que se assemelha a uma cidade ocupada.

Os acordos com a Maçonaria, com o Conselho Ecuмênico das Igrejas e com Moscou confirmam esse estado de prisão. Tornam a Igreja incapaz de cuмprir livremente sua missão. São verdadeiras traições que clamam vingança ao Céu.

Diante dessa realidade, São Roberto Belarmino ensina um princípio geral de moral: é necessário resistir ao Pontífice cuja ação seja prejudicial à salvação das almas (Cf. "De Romano Pontífice" lib. 2, c. 29).

O modernismo evolucionista rejeita a Tradição, a Revelação e o Magistério bimilenar da Igreja. Para ele, já não há verdade fixa nem dogma imutável.

A nova Igreja conciliar e a nova Missa estão em ruptura profunda com a Tradição e com o autêntico Magistério da Igreja. A reforma litúrgica de inspiração protestante é um dos mais graves erros da Igreja conciliar, e dos mais destrutivos para a fé e para a vida da graça.

Os Papas São Pio V e Clemente VIII advertiram com clareza sobre a necessidade de evitar mudanças no culto, conservando perpetuamente o Rito Romano consagrado pela Tradição.

Diante dessa crise, é nos verdadeiros heróis da fé que devemos buscar apoio e inspiração: São Pio X, Dom Marcel Lefebvre e Dom Antônio de Castro Mayer foram os que melhor resistiram à autodemolição da Igreja. 

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Modelos de coragem e verdadeira obediência.

Dom Marcel Lefebvre e Dom Antônio de Castro Mayer: dois grandes heróis da Tradição e modelo para todos os que resistem com fidelidade e verdadeira obediência.

Em tempos como os nossos, o silêncio daqueles que têm responsabilidade de almas é omissão culpável, e a obediência incondicionada torna-se deplorável cuмplicidade.

Sigamos o exemplo desses dois bispos, que também se sentiram dilacerados entre a obediência à Igreja e a obediência indevida, porém exigida, a uma corrente eclesial em ruptura com a Fé e a Tradição imutável da Igreja.

Não abandonemos a Tradição que nos liga à fé apostólica. Recusemos toda novidade contrária à fé, todo erro introduzido pelos modernistas.

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O herói da missa de sempre. 

Se há algum padre ou bispo que ainda reza a Missa Tridentina, é por causa de Dom Marcel Lefebvre. Não haveria Missa Tridentina, mesmo de indulto, se não fosse por Dom Marcel Lefebvre.

Se ele tivesse assinado o acordo em 1988, a Tradição teria sido esmagada. Deus não abandonou a Sua Igreja.

Ele protegeu o culto da Igreja, o Sacrifício da Missa e os sacramentos instituídos por Nosso Senhor e praticados e honrados por 20 séculos de Tradição.

Os verdadeiros amigos do povo não são os revolucionários nem os inovadores, mas os homens da Tradição. Separar-se da Tradição é separar-se da Igreja.

Acreditamos que o que os Papas ensinaram e o que os Concílios ensinaram por 20 séculos não pode ser abandonado. Não podemos mudar nossa fé. Guardaremos até morrermos.

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Dom Marcel Lefebvre não é apenas mais um bispo; ele foi o único bispo a se levantar, junto com Dom Antônio de Castro Mayer, para defender a Santa Fé Católica e a Missa de todos os tempos contra a onda do Concílio Vaticano II.

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Dom Marcel Lefebvre e Dom Antônio de Castro Mayer. Bispos que não traíram Cristo.

Eles não caíram nos enganos, truques e armadilhas dos modernistas. Mantiveram-se firmes na Tradição da Igreja, mesmo diante das maiores pressões.

Permaneça ao lado deles. 

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Dom Marcel Lefebvre foi o Santo Atanásio do nosso tempo. 

Amava profundamente Nosso Senhor e não ficou inerte diante da destruição da Igreja. Levantou-se para defendê-la, preservando fielmente a doutrina que sempre foi ensinada.

cuмpriu seu dever de bispo, combateu os erros e guiou inúmeras almas no caminho da verdade.

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Ele fez o que era certo: deixou bispos para preservar a fé, ordenar padres, dar o sacramento da Crisma e ajudar as almas a manterem a fé.

Dom Lefebvre estava absolutamente certo e continua certo.

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Dom Marcel Lefebvre nasceu na França em 1905, em uma família profundamente católica. Desde cedo, foi moldado pela fé que mais tarde defenderia com heroísmo. Depois de sua ordenação, partiu em missão para a África, dedicando sua vida à evangelização e, sobretudo, à formação de padres fiéis e fervorosos.

Ao longo de sua trajetória, Dom Marcel foi reconhecido como um grande formador de sacerdotes, sempre zeloso pela pureza da doutrina e pelo amor à Tradição. Sua maior obra foi a fundação da Fraternidade Sacerdotal São Pio X.

Em um tempo de confusão, Dom Marcel Lefebvre permanece um verdadeiro luzeiro para todos aqueles que desejam servir a Deus no sacerdócio. Hoje, podemos ajudar a manter viva essa luz!

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Católicos de verdade não aceitam o falso ecuмenismo! 

Não ao espírito protestante, sim à Fé de sempre.

O espírito protestante penetrou em todas as reformas realizadas após o Concílio Vaticano II. Reformas ecuмênicas foram feitas com orientação protestante, inclusive com a participação de membros de seitas heréticas.

Isso não podemos aceitar. Não podemos nos tornar protestantes. Devemos permanecer com aqueles que foram e são inteiramente católicos.

Evitemos o risco da condenação. Fiquemos com a Tradição! 

A nossa fé está em perigo. Não devemos aceitar o falso ecuмenismo e suas gravíssimas consequências.

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É nosso dever defender o legado de Dom Lefebvre!


Ser isento NÃO é uma opção para o católico.

Sobretudo em tempos de grave crise, quando deixamos de professar abertamente nossa fé e de denunciar os erros, uma multidão de pessoas padece, por não ter quem lhes instrua e advirta sobre as más doutrinas.

Uma forma prática e eficaz de fazer isso, é zelar pelo legado dos heróis da fé que enfrentaram o martírio (se não o de sangue, mas o de suas reputações) para nos transmitir a fé de sempre.

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Dom Marcel Lefebvre é uma bússola na tempestade modernista. 


Neste auspicioso momento da história, enquanto navegamos pelas águas tumultuosas da crise contemporânea, Dom Marcel Lefebvre é uma bússola na tempestade modernista que assola nossa época.

Que a Santíssima Virgem Maria, nossa intercessora fiel, mantenha nossos corações ancorados na verdadeira fé dos apóstolos e que, seguindo o exemplo de Dom Lefebvre, possamos perseverar na fé católica autêntica, sem concessões aos erros modernos.

A guerra entre o liberalismo e o catolicismo está longe de terminar; pelo contrário, só se intensifica. Devemos rezar muito por uma solução para a crise e por nossa perseverança no combate pela fé. Os combatentes pela fé são todos aqueles que continuam fielmente o legado de Dom Lefebvre.

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Dom Marcel Lefebvre: “Quando eu estiver diante de meu Juiz, não quero ouvi-Lo dizer: ‘Vós também deixastes a Igreja ser destruída’.”

De nossa parte, aderindo rigidamente ao que nos foi confiado pela Tradição, podemos sempre nos sentir seguros; e, se omitirmos ou mudarmos qualquer coisa, poderemos, quem sabe, estar abandonando exatamente aquele elemento essencial. Esse método exemplar é o que a Igreja Católica sempre seguiu.

Na terrível crise atual, devemos permanecer fiéis aos heróis da fé, que decidiram não participar da destruição da Igreja e permaneceram firmes no que a Igreja sempre foi e acreditou. Longe da luz desses faróis da fé, não estamos seguros.

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Em 1988, Dom Lefebvre realizou a chamada "Operação Sobrevivência". Após muitas orações e madura reflexão, ele sagrou quatro bispos.

Essa cerimônia suscitou a tempestade que Dom Lefebvre já havia previsto; ele foi posto à prova. Só Deus sabe a que ele teve de renunciar, mas, tendo deixado tudo, obteve tudo. E foi isso que ele nos deixou: “Tradidi quod et accepi” — toda a Tradição da Igreja, intacta.

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Os dois foram bispos, um foi declarado Doutor da Igreja. Dom Lefebvre defendeu a Doutrina Católica contra toda a revolução e o modernismo. Eles trabalharam a vida inteira defendendo a fé.

Na época de Santo Atanásio, o número de bispos e clérigos infectados pela heresia do arianismo foi tão grande que São Jerônimo apenas pôde lamentar que o mundo inteiro havia acordado ariano. Séculos depois, Dom Marcel Lefebvre teve de lutar contra quinhentos anos de liberalismo e contra o modernismo, que explodiu dentro da Igreja com o Concílio Vaticano II. Ele também precisou defender, assim como Santo Atanásio, a Divindade de Cristo. Ecoando as vozes dos Papas contra a revolução, combateu a união adúltera entre a Igreja e a revolução.

Santo Atanásio expôs os docuмentos enganosos dos hereges arianos. Dom Marcel Lefebvre, por sua vez, apontou os erros e as frases ambíguas e enganosas utilizadas pelos modernistas no próprio texto dos docuмentos do Concílio Vaticano II. Ele acusou o Concílio.

Ambos lutaram pela pureza da doutrina e, por causa disso, foram perseguidos e sofreram condenações injustas, tudo para manter a verdadeira fé. Santo Atanásio e Dom Marcel Lefebvre ficaram quase sozinhos contra o mundo inteiro.

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"Se vocês não lerem muito, cedo ou tarde serão traidores, porque não terão compreendido a raiz do mal." - Dom Marcel Lefebvre. 


Dom Marcel Lefebvre: Com efeito, não se pode compreender a crise que a Igreja vive, nem conhecer a verdadeira face dos que ocupam a Roma atual e, em seguida, decidir qual atitude tomar perante os fatos, se não se buscam suas causas, se não se estuda seu curso histórico e se não se descobre sua fonte primeira no liberalismo condenado pelos papas dos últimos séculos.

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Dom Marcel Lefebvre compreendeu que era necessário resistir até o fim. Ele salvou a Tradição Católica quase sozinho. 


Não totalmente sozinho, mas quase. O Bispo Dom Antônio de Castro Mayer uniu-se a ele publicamente.

Que o exemplo desses grandes bispos nos inspire a permanecer no caminho certo, mesmo que precisemos seguir sozinhos.

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O Bispo de Ferro!


Uma bússola na tempestade modernista

Os combatentes da fé são todos aqueles que seguem fielmente o combate de Dom Marcel Lefebvre.

Neste momento crucial da história, enquanto navegamos pelas águas tumultuosas da crise contemporânea, Dom Marcel Lefebvre permanece como uma bússola na tempestade modernista que assola nossa época.

Devemos continuar o combate pela fé, perfeitamente resumido na Declaração de 1974 do Arcebispo Marcel Lefebvre.

Seguindo o exemplo de Dom Marcel Lefebvre, perseveremos na fé católica autêntica, sem concessões aos erros modernos.

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Dois Heróis da Tradição! São Pio X e Dom Marcel Lefebvre.

Dom Marcel Lefebvre recebeu a herança de São Pio X em Roma. Seus professores transmitiram-lhe o espírito do santo pontífice. Quando chegou à Cidade Eterna pela primeira vez, o odor de santidade, as virtudes e a doutrina de São Pio X ainda estavam no ar, pois ele havia falecido apenas nove anos antes.

No Seminário Francês de Roma, sob a direção do Pe. Le Floch, o jovem Marcel estudava as encíclicas papais dos últimos dois séculos, começando com aquelas dos papas que condenaram a Maçonaria até a Revolução Francesa. Ele mergulhou nas grandes encíclicas de Gregório XVI, Pio IX, Leão XIII, São Pio X e Pio XI, todas as quais, numa admirável continuidade, condenavam os erros liberais na política e ensinavam a doutrina do reinado social e político de Cristo Rei.

*

Fim.